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domingo, 28 de fevereiro de 2010
Final do Processo de Inscrições - CAESV 2010 E NOVIDADES
No sábado, dia 27 de fevereiro, o CAESV encerrou sua fase de inscrições para as escolas postulantes a duas vagas no Grupo de Acesso da LIESV em 2011. A lista de escolas inscritas ficou a seguinte:
Acadêmicos do Entra Apulso
Acadêmicos do Falcão Amazonense
Águia do Estácio
Alegria da Zona Norte
Aliança Suburbana
Barra Funda Estação Primeira
Bohemios Samba Club
Capricho Negro CESV Imperador
Dragões Lendários
Escola Virtual da Amazônia
Estrela Guia
Estrela Imperial de Imbariê
Fiel Tradição
Flor de Lótus
GRCAC do Columbia
Guerreiros do Leão
Império Alvinegro
Império da Águia
Lagoa Azul
Mocidade do Samba
Mocidade Imperiana
Mocidade Leopoldense
Morada do Sol
Paraíso da Folia
Pomba Dourada
Princesa de Minas
Rosa Negra
Sabugo!
Tigres de Niterói
Tom de Itaquera
Tradição de Tanguá
Unidos da Vila Madalena
Unidos do Imperador de Niterói
Os casos das escolas Floripa do Samba e Império da Fênix estão ainda em situação indefinida, haja vista as sinopses entregues pelas referidas escolas ainda em dependencia de passar pelo crivo da coordenação de regulamento.
A Vila Rubro Negra, eliminada do processo, pediu revisão da decisão, alegando que o carnavalesco para o carnaval virtual de 2010 não será o mesmo de 2009, e que, inclusive este, autor do plagio que fora um dos motivos para a eliminação, foi expulso da escola. Além disso garantiu que a agremiação já não mais faz parte da liga que fez parte em 2009, descaracterizando a presença de dupla filiação. O caso ainda está em estudo pela Direção do CAESV
Aqui também segue a lista oficial dos jurados que comporão a mesa que decidirá o titulo do grupo de avaliação. por decisão da diretoria do CAESV, o quesito Conjunto passa a ter dois jurados, dado a importancia vital do quesito. Os jurados são:
Alegorias: André Rodrigues - carnavalesco da escola virtual Princesa da Zona Norte. campeão do Grupo Especial da LIESV em 2009 e do Grupo de Acesso da LIESV em 2008. Desempenhou trabalhos na áera de carnaval em escolas como Lins Imperial, Paraíso do Tuiuti e Unidos de Vila Isabel.
Fantasias: Raphael Soares - carnavalesco da escola virtual Colibris. Campeão do Grupo Especial da LIESV em 2006 (Dragões do Império) 2008 e 2009 (União do Samba Brasilieiro). É carnavalesco do GRES Consulado, em Florianópilis, Santa Catarina, onde dos 5 carnavais campeões da agremiação, 4 levam sua assinatura.
Samba-Enredo: Wellington Kirmeliene (Imperial) - Presidente da escola virtual Imperiais do Samba e compositor consagrado do carnaval paulistano. Ganhou na Mocidade Alegre nos anos de 2003 e 2004, este ultimo, dando a escola o titulo de campeã do carnaval; além de ser compositor do samba da escola Mancha Verde em 2008 e ter diversos sambas escolhidos em escolas de samba espalhadas pelo país.
Enredo: Rodrigo Raposa - Vice Presidente da Liga Independente das Escolas de Samba Virtuais (LIESV) Enredista por diversos anos dentro da LIESV. Compositor de samba nas escolas reais, ja disputou sambas em escolas como Acadêmicos de Santa Cruz e Paraíso do Tuiuti, sendo nas duas finalista.
Conjunto: Willian Tadeu - Presidente da escola virtual União do Samba Brasileiro, atual bicampeã do Carnaval Virtual. Desempenha trabalhos de carnaval em varias agremiações do carnaval real. Foi jurado oficial do Carnaval de Joaçaba-SC.
Conjunto: Marco Maciel - Presidente da escola virtual Bambas Sambario, que ascendeu do CAESV em 2009. Dono do site de samba Sambario. Foi jurado em 2007 da LIESV
Em breve será disponivel o Kit Entrega do material Audio-visual do CAESV, kit este que é imprescindivel para que o material das escolas seja aceito
Se liguem para os prazos do CAESV!
07 de março: Entrega da Letra oficial do samba-enredo
21 de março: Entrega do Audio divulgação do samba-enredo para o CD CAESV
22 de maio: Entrega do Material Audio-visual ( desenhos e audio "ao vivo")
Acadêmicos do Entra Apulso
Acadêmicos do Falcão Amazonense
Águia do Estácio
Alegria da Zona Norte
Aliança Suburbana
Barra Funda Estação Primeira
Bohemios Samba Club
Capricho Negro CESV Imperador
Dragões Lendários
Escola Virtual da Amazônia
Estrela Guia
Estrela Imperial de Imbariê
Fiel Tradição
Flor de Lótus
GRCAC do Columbia
Guerreiros do Leão
Império Alvinegro
Império da Águia
Lagoa Azul
Mocidade do Samba
Mocidade Imperiana
Mocidade Leopoldense
Morada do Sol
Paraíso da Folia
Pomba Dourada
Princesa de Minas
Rosa Negra
Sabugo!
Tigres de Niterói
Tom de Itaquera
Tradição de Tanguá
Unidos da Vila Madalena
Unidos do Imperador de Niterói
Os casos das escolas Floripa do Samba e Império da Fênix estão ainda em situação indefinida, haja vista as sinopses entregues pelas referidas escolas ainda em dependencia de passar pelo crivo da coordenação de regulamento.
A Vila Rubro Negra, eliminada do processo, pediu revisão da decisão, alegando que o carnavalesco para o carnaval virtual de 2010 não será o mesmo de 2009, e que, inclusive este, autor do plagio que fora um dos motivos para a eliminação, foi expulso da escola. Além disso garantiu que a agremiação já não mais faz parte da liga que fez parte em 2009, descaracterizando a presença de dupla filiação. O caso ainda está em estudo pela Direção do CAESV
Aqui também segue a lista oficial dos jurados que comporão a mesa que decidirá o titulo do grupo de avaliação. por decisão da diretoria do CAESV, o quesito Conjunto passa a ter dois jurados, dado a importancia vital do quesito. Os jurados são:
Alegorias: André Rodrigues - carnavalesco da escola virtual Princesa da Zona Norte. campeão do Grupo Especial da LIESV em 2009 e do Grupo de Acesso da LIESV em 2008. Desempenhou trabalhos na áera de carnaval em escolas como Lins Imperial, Paraíso do Tuiuti e Unidos de Vila Isabel.
Fantasias: Raphael Soares - carnavalesco da escola virtual Colibris. Campeão do Grupo Especial da LIESV em 2006 (Dragões do Império) 2008 e 2009 (União do Samba Brasilieiro). É carnavalesco do GRES Consulado, em Florianópilis, Santa Catarina, onde dos 5 carnavais campeões da agremiação, 4 levam sua assinatura.
Samba-Enredo: Wellington Kirmeliene (Imperial) - Presidente da escola virtual Imperiais do Samba e compositor consagrado do carnaval paulistano. Ganhou na Mocidade Alegre nos anos de 2003 e 2004, este ultimo, dando a escola o titulo de campeã do carnaval; além de ser compositor do samba da escola Mancha Verde em 2008 e ter diversos sambas escolhidos em escolas de samba espalhadas pelo país.
Enredo: Rodrigo Raposa - Vice Presidente da Liga Independente das Escolas de Samba Virtuais (LIESV) Enredista por diversos anos dentro da LIESV. Compositor de samba nas escolas reais, ja disputou sambas em escolas como Acadêmicos de Santa Cruz e Paraíso do Tuiuti, sendo nas duas finalista.
Conjunto: Willian Tadeu - Presidente da escola virtual União do Samba Brasileiro, atual bicampeã do Carnaval Virtual. Desempenha trabalhos de carnaval em varias agremiações do carnaval real. Foi jurado oficial do Carnaval de Joaçaba-SC.
Conjunto: Marco Maciel - Presidente da escola virtual Bambas Sambario, que ascendeu do CAESV em 2009. Dono do site de samba Sambario. Foi jurado em 2007 da LIESV
Em breve será disponivel o Kit Entrega do material Audio-visual do CAESV, kit este que é imprescindivel para que o material das escolas seja aceito
Se liguem para os prazos do CAESV!
07 de março: Entrega da Letra oficial do samba-enredo
21 de março: Entrega do Audio divulgação do samba-enredo para o CD CAESV
22 de maio: Entrega do Material Audio-visual ( desenhos e audio "ao vivo")
sábado, 27 de fevereiro de 2010
GRESV Alegria da Zona Norte
Nome da Escola: G.R.E.S.V. Alegria da Zona Norte
Fundação: 12/01/2010
Cidade-Sede: Rio de Janeiro - RJ
Cores: Verde e Amarelo
Fundação: 12/01/2010
Cidade-Sede: Rio de Janeiro - RJ
Cores: Verde e Amarelo
Símbolos: Smile
Presidente e Intérprete: Carlos Eduardo
Carnavalesco: Lucimar Cesar
Vice-Presidente: Pablo Barreto
Enredo: Pegando carona na imaginação, lá vem Zona Norte criando um novo mundo através dos sonhos
De imortais, belos, heróis à sonhadores, a imaginação pode transformar a cabeça de um ser com uma magia inquestionável. Viagens inexistentes, seres animados ou inanimados, fadas, duendes, heróis ou mascarados.
Sinopse
Após um curto período de sono, nosso lado imaginário entra em ação. Nossos sonhos nos levam para um outro mundo. Flores, cores e mais do que tudo, um clima de tranquilidade. No paraíso da imaginação, todos os nossos desejos e pretensões se tornam realidade.
Fadas, duendes, gnomos e bruxas são reais no mundo imaginário. Podem ser verdes, amarelos, azuis ou incolor, viagens imaginárias são como um esplendor.
Dragões, Mula-sem-cabeça, feras imaginárias estão presentes em nossa viagem. Porém, logo aparece alguém para nos defender, os Super Heróis nos surpreendem a cada passo.
No Reino Encantado vive uma princesa, aguardando alegremente para assumir a realeza. Com muita harmonia a Família Real conduz o Reino à uma paisagem surreal.
A imaginação nos leva à um futuro promissor. Tecnologia e desenvolvimento estarão aqui presentes.
E por isso, a Alegria da Zona Norte clama a imaginação com muita poesia. Transformando tudo isso em uma grande fantasia.
Setores do desfile:
1- O paraíso da imaginação;
2- Fadas, duendes, gnomos e bruxas;
3- Feras imaginárias;
4- Super Heróis;
5- Reino encantado;
6- A imaginação nos leva à um futuro promissor.
Sinopse
Após um curto período de sono, nosso lado imaginário entra em ação. Nossos sonhos nos levam para um outro mundo. Flores, cores e mais do que tudo, um clima de tranquilidade. No paraíso da imaginação, todos os nossos desejos e pretensões se tornam realidade.
Fadas, duendes, gnomos e bruxas são reais no mundo imaginário. Podem ser verdes, amarelos, azuis ou incolor, viagens imaginárias são como um esplendor.
Dragões, Mula-sem-cabeça, feras imaginárias estão presentes em nossa viagem. Porém, logo aparece alguém para nos defender, os Super Heróis nos surpreendem a cada passo.
No Reino Encantado vive uma princesa, aguardando alegremente para assumir a realeza. Com muita harmonia a Família Real conduz o Reino à uma paisagem surreal.
A imaginação nos leva à um futuro promissor. Tecnologia e desenvolvimento estarão aqui presentes.
E por isso, a Alegria da Zona Norte clama a imaginação com muita poesia. Transformando tudo isso em uma grande fantasia.
Setores do desfile:
1- O paraíso da imaginação;
2- Fadas, duendes, gnomos e bruxas;
3- Feras imaginárias;
4- Super Heróis;
5- Reino encantado;
6- A imaginação nos leva à um futuro promissor.
GRES Aliança Suburbana
Nome da Escola: Grêmio Resistência Escola de Samba Aliança Suburbana
Fundação: 07 de dezembro de 2008
Cidade-Sede: Rio de Janeiro
Cores: Azul e Verde
Fundação: 07 de dezembro de 2008
Cidade-Sede: Rio de Janeiro
Cores: Azul e Verde
Símbolos: Aliança
Presidente: Priscilla Gomes Oliveira
Carnavalesca: Bia Del Negro
Intérprete: Rico Leopoldina
Autor de Enredo: Rafael Reis
Enredo: O “Tupi-positivismo”, uma estória da influência positivista nos primeiros anos da República no Brasil.
Para o enredo desse ano, a Aliança Suburbana contará como um pensamento vindo da Europa conseguiu chegar ao Brasil e fazer história.
O positivismo surgiu na França como uma doutrina filosófica do século XIX. O mentor deste pensamento se chama Augusto Comte, a doutrina teve uma segunda fase em que deixa de ser apenas uma corrente filosófica para se tornar a chamada “Religião da Humanidade”.
No Brasil, a doutrina chegou através do intercâmbio entre estudantes da Escola Militar e da Escola Politécnica, com os intelectuais franceses. E conseguiu uma significativa força política no período de transição entre Monarquia e República, ao ponto de o lema da bandeira republicana possuir os dizeres “Ordem e Progresso”. O cientista político José Murilo Carvalho (1990) destaca que os positivistas foram os maiores fornecedores de símbolo para a Proclamação da República.
A República começa com “ditaduras” no molde defendido pelo pensamento e isso será contado no enredo.
Setor 1
Augusto Comte
O primeiro setor se baseará em ressaltar a figura do mentor da doutrina positivista, o francês Augusto Comte, que nasceu em Montipellier no dia 19 de janeiro de 1798. Sua formação intelectual como filósofo iniciou-se na Escola Politécnica de Paris.
Setor 2
França
O segundo setor trata de destacar o país onde surgiu o positivismo.
Setor 3
Escolas Militar e Politécnica
O terceiro setor destaca a Escola Militar e a Escola Politécnica que foram os lugares onde adentraram pela primeira vez no Brasil as idéias positivistas. Alguns estudantes dessas duas escolas tiveram contato com o positivismo através de viagens para a França, lá eles puderam interagir com intelectuais franceses que aderiram à doutrina. A valorização das ciências exatas foi uma forma de a doutrina ganhar fôlego nessas instituições que formavam engenheiros.
Setor 4
Clotilde de Vaux e República mulher
A fase religiosa do pensamento comteano foi iniciada após o encontro de Augusto Comte com sua musa inspiradora Clotilde de Vaux, nessa fase o positivismo passou a valorizar a mulher como símbolo do lado mais sensível da humanidade. Como mãe a responsabilidade moral da mulher se tornava maior do que a do homem. O fascínio de Comte por Clotilde de Vaux se deu pelo fato de ela casada com um homem preso não permitir que a relação com o filósofo passasse de amizade. Logo se tornou o grande exemplo moral para Comte.
Setor 5
Estado Teológico (fetichista, politeísta, monoteísta)
Setor que ressalta o primeiro estágio do progresso da humanidade para Augusto Comte. Dentro do pensamento positivista, para chegar ao estado ideal que era o positivo, a humanidade teria que passar por outros dois estágios, no teológico os fatos eram explicados através de interferências espirituais. Comte dividiu em três períodos o estado teológico: o fetichista em que o homem acreditava que seres sobrenaturais eram responsáveis todos os fenômenos da sociedade, o politeísta em que se acreditava em um conjunto espiritual de deuses que poderiam interferir em alguns fenômenos, e o monoteísta “em que a sociedade gradualmente passava a acreditar que um ser sobrenatural era responsável por todas as ações providenciais”. (DIACON, 2004)
Setor 6
Estado Metafísico
Setor que ressalta o segundo estágio do progresso da humanidade para Augusto Comte. Nesse estágio o homem começaria a tentar entender os fenômenos da humanidade através da razão, o que seria o caminho para o estado positivo.
Setor 7
Estado Positivo
Setor que ressalta o terceiro estágio do progresso da humanidade para Augusto Comte. É onde as leis naturais nortearam e alguns indivíduos guiaram a humanidade para um processo de unificação. Nessa fase o positivismo se tornará o guia de comportamento moral. E pela “ordem universal” todos os positivistas deveram dar ênfase ao social se preocupando com o bem público.
Setor 8
Igreja Positivista do Brasil.
Existe uma distinção entre os positivistas também no Brasil. Os chamados “ortodoxos” defendem a fase religiosa do pensamento de Comte e fundaram uma Igreja que batizaram com o nome de “templo da humanidade” que fica na Glória na Rua Benjamin Constant. O oitavo setor destacará esse monumento.
Setor 9
Bandeira Nacional
A divisa da bandeira nacional contém os dizeres “Ordem e Progresso”. O lema do positivismo que foi a inspiração dessa divisa, era: “o Amor por princípio e a Ordem por base; o Progresso por fim.” A bandeira foi toda idealizada pelo positivista “ortodoxo” Raimundo Teixeira Mendes, e ficou marcada como o grande símbolo da influência positivista dentre as elites no momento da Proclamação da República. O nono setor tratará disso.
Setor 10
Grandes personalidades positivistas
Essa ala ressalta importantes personalidades positivistas como: Marechal Rondon, Benjamin Constant, Miguel Lemos e Raimundo Teixeira Mendes. Benjamin Constant, por exemplo, foi um militar que ocupou dois ministérios na Primeira República.
Setor 11
Ditadura Republicana
Setor que ressalta o regime inevitável para o progresso do mundo na visão do mentor do positivismo. Essa ditadura era necessária para conduzir a humanidade ao progresso para Comte. Esse setor ressaltará também o governo militar pós-proclamação do marechal Deodoro da Fonseca (1889-1891), que tinha como ministro Benjamim Constant, o positivista mais influente na política nessa época e que idealizava que esse governo poderia ser o início da ditadura salientada por Comte.
Setor 12
Constituição de 1891
Um dos artigos da constituição de 1891 chama o positivista Benjamin Constant de fundador da república, logo, é importante ressaltar que na primeira constituição republicana houve interferência positivista.
Setor 13
Altruísmo
Uma das metas da doutrina positivista era a “incorporação do proletariado na sociedade”. O altruísmo era um discurso presente entre os positivistas, porém essa preocupação social, só poderia se transformar em realidade de acordo com os pensamentos da doutrina. Todos deveriam caminhar para o progresso pelos moldes do pensamento de Comte.
Setor 14
Humanidade
A Igreja Positivista do Brasil é considerada pelos positivistas o “Templo da Humanidade”. Por ser uma doutrina racional, o desenvolvimento do intelecto humano foi sempre valorizado por Augusto Comte. As grandes personalidades morais são vistas como uma espécie de “santos” para os positivistas.
Setor 15
Monumento remanescente
A última ala trata de um monumento remanescente que fica na Cinelândia e realça que o positivismo era influente no período.
Um enredo em que se ressalta uma doutrina que valoriza a humanidade promete trazer grandes reflexões. Servirá também de explicação para o surpreendente êxito, por um determinado tempo, de um pensamento filosófico criado por um francês em solo brasileiro.
Enredista: Rafael Reis Pereira Bandeira de Mello (Mestrando em História Social – UERJ com o tema Positivismo e Primeira República)
BIBLIOGRAFIAS CONSULTADAS
BENOIT, L. O. Sociedade Comteana: gênese e dever. São Paulo: editora: Discurso Editorial, 1999.
CARVALHO, J. M. A formação das almas: O imaginário da República no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1990, 166p.
COMTE, A. Discurso sobre espírito positivo. In: COMTE, A. Os pensadores. São Paulo:Abril cultural, 1978, p.42-115. Tradução de texto produzido em 1844
DIACON, T. A. Perfis brasileiros Rondon São Paulo: Companhia das letras, 2004, 219p.
O positivismo surgiu na França como uma doutrina filosófica do século XIX. O mentor deste pensamento se chama Augusto Comte, a doutrina teve uma segunda fase em que deixa de ser apenas uma corrente filosófica para se tornar a chamada “Religião da Humanidade”.
No Brasil, a doutrina chegou através do intercâmbio entre estudantes da Escola Militar e da Escola Politécnica, com os intelectuais franceses. E conseguiu uma significativa força política no período de transição entre Monarquia e República, ao ponto de o lema da bandeira republicana possuir os dizeres “Ordem e Progresso”. O cientista político José Murilo Carvalho (1990) destaca que os positivistas foram os maiores fornecedores de símbolo para a Proclamação da República.
A República começa com “ditaduras” no molde defendido pelo pensamento e isso será contado no enredo.
Setor 1
Augusto Comte
O primeiro setor se baseará em ressaltar a figura do mentor da doutrina positivista, o francês Augusto Comte, que nasceu em Montipellier no dia 19 de janeiro de 1798. Sua formação intelectual como filósofo iniciou-se na Escola Politécnica de Paris.
Setor 2
França
O segundo setor trata de destacar o país onde surgiu o positivismo.
Setor 3
Escolas Militar e Politécnica
O terceiro setor destaca a Escola Militar e a Escola Politécnica que foram os lugares onde adentraram pela primeira vez no Brasil as idéias positivistas. Alguns estudantes dessas duas escolas tiveram contato com o positivismo através de viagens para a França, lá eles puderam interagir com intelectuais franceses que aderiram à doutrina. A valorização das ciências exatas foi uma forma de a doutrina ganhar fôlego nessas instituições que formavam engenheiros.
Setor 4
Clotilde de Vaux e República mulher
A fase religiosa do pensamento comteano foi iniciada após o encontro de Augusto Comte com sua musa inspiradora Clotilde de Vaux, nessa fase o positivismo passou a valorizar a mulher como símbolo do lado mais sensível da humanidade. Como mãe a responsabilidade moral da mulher se tornava maior do que a do homem. O fascínio de Comte por Clotilde de Vaux se deu pelo fato de ela casada com um homem preso não permitir que a relação com o filósofo passasse de amizade. Logo se tornou o grande exemplo moral para Comte.
Setor 5
Estado Teológico (fetichista, politeísta, monoteísta)
Setor que ressalta o primeiro estágio do progresso da humanidade para Augusto Comte. Dentro do pensamento positivista, para chegar ao estado ideal que era o positivo, a humanidade teria que passar por outros dois estágios, no teológico os fatos eram explicados através de interferências espirituais. Comte dividiu em três períodos o estado teológico: o fetichista em que o homem acreditava que seres sobrenaturais eram responsáveis todos os fenômenos da sociedade, o politeísta em que se acreditava em um conjunto espiritual de deuses que poderiam interferir em alguns fenômenos, e o monoteísta “em que a sociedade gradualmente passava a acreditar que um ser sobrenatural era responsável por todas as ações providenciais”. (DIACON, 2004)
Setor 6
Estado Metafísico
Setor que ressalta o segundo estágio do progresso da humanidade para Augusto Comte. Nesse estágio o homem começaria a tentar entender os fenômenos da humanidade através da razão, o que seria o caminho para o estado positivo.
Setor 7
Estado Positivo
Setor que ressalta o terceiro estágio do progresso da humanidade para Augusto Comte. É onde as leis naturais nortearam e alguns indivíduos guiaram a humanidade para um processo de unificação. Nessa fase o positivismo se tornará o guia de comportamento moral. E pela “ordem universal” todos os positivistas deveram dar ênfase ao social se preocupando com o bem público.
Setor 8
Igreja Positivista do Brasil.
Existe uma distinção entre os positivistas também no Brasil. Os chamados “ortodoxos” defendem a fase religiosa do pensamento de Comte e fundaram uma Igreja que batizaram com o nome de “templo da humanidade” que fica na Glória na Rua Benjamin Constant. O oitavo setor destacará esse monumento.
Setor 9
Bandeira Nacional
A divisa da bandeira nacional contém os dizeres “Ordem e Progresso”. O lema do positivismo que foi a inspiração dessa divisa, era: “o Amor por princípio e a Ordem por base; o Progresso por fim.” A bandeira foi toda idealizada pelo positivista “ortodoxo” Raimundo Teixeira Mendes, e ficou marcada como o grande símbolo da influência positivista dentre as elites no momento da Proclamação da República. O nono setor tratará disso.
Setor 10
Grandes personalidades positivistas
Essa ala ressalta importantes personalidades positivistas como: Marechal Rondon, Benjamin Constant, Miguel Lemos e Raimundo Teixeira Mendes. Benjamin Constant, por exemplo, foi um militar que ocupou dois ministérios na Primeira República.
Setor 11
Ditadura Republicana
Setor que ressalta o regime inevitável para o progresso do mundo na visão do mentor do positivismo. Essa ditadura era necessária para conduzir a humanidade ao progresso para Comte. Esse setor ressaltará também o governo militar pós-proclamação do marechal Deodoro da Fonseca (1889-1891), que tinha como ministro Benjamim Constant, o positivista mais influente na política nessa época e que idealizava que esse governo poderia ser o início da ditadura salientada por Comte.
Setor 12
Constituição de 1891
Um dos artigos da constituição de 1891 chama o positivista Benjamin Constant de fundador da república, logo, é importante ressaltar que na primeira constituição republicana houve interferência positivista.
Setor 13
Altruísmo
Uma das metas da doutrina positivista era a “incorporação do proletariado na sociedade”. O altruísmo era um discurso presente entre os positivistas, porém essa preocupação social, só poderia se transformar em realidade de acordo com os pensamentos da doutrina. Todos deveriam caminhar para o progresso pelos moldes do pensamento de Comte.
Setor 14
Humanidade
A Igreja Positivista do Brasil é considerada pelos positivistas o “Templo da Humanidade”. Por ser uma doutrina racional, o desenvolvimento do intelecto humano foi sempre valorizado por Augusto Comte. As grandes personalidades morais são vistas como uma espécie de “santos” para os positivistas.
Setor 15
Monumento remanescente
A última ala trata de um monumento remanescente que fica na Cinelândia e realça que o positivismo era influente no período.
Um enredo em que se ressalta uma doutrina que valoriza a humanidade promete trazer grandes reflexões. Servirá também de explicação para o surpreendente êxito, por um determinado tempo, de um pensamento filosófico criado por um francês em solo brasileiro.
Enredista: Rafael Reis Pereira Bandeira de Mello (Mestrando em História Social – UERJ com o tema Positivismo e Primeira República)
BIBLIOGRAFIAS CONSULTADAS
BENOIT, L. O. Sociedade Comteana: gênese e dever. São Paulo: editora: Discurso Editorial, 1999.
CARVALHO, J. M. A formação das almas: O imaginário da República no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1990, 166p.
COMTE, A. Discurso sobre espírito positivo. In: COMTE, A. Os pensadores. São Paulo:Abril cultural, 1978, p.42-115. Tradução de texto produzido em 1844
DIACON, T. A. Perfis brasileiros Rondon São Paulo: Companhia das letras, 2004, 219p.
CASO VILA RUBRO NEGRA - ELIMINAÇÃO
Em decorrencia de alguns fatos anteriormente ocorridos, explanamos aqui os motivos pelos quais a escola citada acima está DESCLASSIFICADA do CAESV:
1. A referida escola, ao que consta, não se desvencilhou de uma outra Liga da qual fez parte em 2010, inclusive DIVULGANDO SEU ENREDO NA COMUNIDADE DA MESMA, caracterizando assim o interesse em participar do processo avaliativo tanto na LIESV quanto na outra liga, caracterizando DUPLA FILIAÇÃO o que é PROIBIDO segundo o estatuto da LIESV, no seu artigo 21. Segue texto do referido artigo:
Artigo 21 - É vedada a participação de escolas e componentes que exerçam atividades em associações virtuais similares à LIESV. Punição: suspensão de 01 desfile.
2. No seu desfile de avaliação na liga da qual participou em 2009, a Vila Rubro Negra cometeu PLAGIO, tentando modificar de forma grosseira fantasias de alas que desfilaram pelo GRESV Acadêmicos do Setor 1, no ano de 2008, pelo CAESV. Seguem os Links com as provas:
Ala da Vila Rubro Negra - 2009 : http://images.orkut.com/orkut/photos/OQAAAOUvDuSPtgJXrm7PAjYQ94PdqXUuL2Mcyqf7ddyZs1lJ3jFOg3xgAGRC9Q3IfVGLCVVSNyM2_Ml8md5b4r_c2vYAm1T1UAafGpQXHetND48ATk4HTVllhZG4.jpg
Ala da Acadêmicos do Setor 1 - 2008: http://images.orkut.com/orkut/photos/OQAAAAebWiddvHWeJKUefzJt-fACK9g6w01i4-c9ZuT4gvlGiZtLDdxZIwWvTGyhblq-52ptA6P3lbDuxq4Fi40ElhgAm1T1UMxZmABAdVWW1a7_CBqVvzOpCewJ.jpg
Ala da Vila Rubro Negra - 2009: http://images.orkut.com/orkut/photos/OQAAAE4K5AmRDwrC61D5A6Tm-Z71bRQz8XTCmwGX8mPpLIwhr1ncmtHhdwgyFQwS8inKlT7E1lnTI5Iz371vEibeKLwAm1T1UDaOTjL62Py_-dhRQLv1ASeByLU4.jpg
Ala da Acadêmicos do Setor 1 - 2008: http://images.orkut.com/orkut/photos/OQAAAKEqQXMa9qQIo3JG2EZ8egydPvwFyYqG3tbubkiop0CNC8F1iLBeGmtWQo37GUSelbCyPdjE32Su1jHHvqVsDg4Am1T1UKeuVlKFR-wG7igJb3uzRGNGy_pN.jpg
Ala da Vila Rubro Negra - 2009: http://images.orkut.com/orkut/photos/OQAAAFG15b6LYnIebsAfuhCRQ7vwMgZzuXbgpayYFpvO5-giO8DqUKC2a5vemZn3S3ftS5UlkVwMK-xWdlpk8RMRtWUAm1T1UJDq442xWvTmsUvObrG5rNFzNwCk.jpg
Ala da Acadêmicos do Setor 1 - 2008: http://images.orkut.com/orkut/photos/OQAAAGt5DHfpig5POtncUYTq8EgCKC9qApIaQqREh4eOtAy-JNUFLe6D_gq800y0afUOSrQQ5d527hbCie0Us4Jk66cAm1T1ULlN9yTxg6aciQk7pk3iPBu0-iyg.jpg
Diante de tais fatos, a Direção do CAESV RESOLVE:
Desclassifcar a escola bem como seus membros: Marcelo Ferreira, Renan Silva e João Pedro, por 1 desfile, ou seja, de 2010.
Encaminha o Caso para a Presidência da LIESV, para medidas cabíveis com relações a infrações diante do estatuto da LIESV, além daqueles já explicitados nesta nota
Sem mais, atenciosamente
Victor Raphael
Diretor Geral do CAESV
Rodrigo de Freitas
Vice-Presidente da LIESV
GRCAC do Columbia

Nome da Escola: Grêmio Recreativo Cultural Acadêmicos Cidade do Columbia
Fundação:16/02/2010
Cidade-Sede: Mauá
Cores: Vermelho,Branco e preto
Fundação:16/02/2010
Cidade-Sede: Mauá
Cores: Vermelho,Branco e preto
Símbolos: Pavão
Presidente: Rodrigo Bueno
Carnavalesco: João Benassi e João Victor
Carnavalesco: João Benassi e João Victor
Intérprete: Rodrigo Bueno e Lucas Paz
Enredo: MÁGICAS, MAGIAS E ILUÕES: DO CIRCO ENCANTADO, A FABRICA DAS EMOÇÕES.
1ºSetor: Circo encantado - Respeitável público, o show vai começar...
Abram se as curtinas, no picadeiro da emoção palhaços fazem a festa da criançada, vamos gargalhar, vamos sair do obvio... do dia a dia, uma vez no ano se for capaz. Um dia nunca irá ser igual ao outro mesmo se for fazer a mesma coisa, a partir da primeira vez que fazemos algo o “repetido” é uma coisa que não existe, a emoção é diferente,tudo é diferente. Ir a um espetáculo de circo pela primeira vez para uma criança ou adulto mesmo é uma coisa muito boa. Sentam-se na platéia os olhos arregalados para ver o espetáculo começar. Ao primeiro sinal de “vida” a emoção vai ao extremo. Uma mágica então, nem se fala. Iludi o olhar fazendo com que descubram como foi feita, sem dicas. Um homem entra pelo picadeiro cuspindo fogo, ai o olhar fica meio que preocupado mais sem tirar a magia da apresentação. Em pleno espetáculo tigres, leões, elefantes, focas entram e fazem a festa muito mais linda!As luzes se fechão, o publico aplaude de pé, e eu com um lindo sorriso no rosto me despeço daquele momento magnífico.
2ºSetor: Fábricas das emoções-
Ao sair do circo passei em frente á uma escola de samba onde estava escrito “FABRICA DOS SONHOS”. O batuque já tinha começado, decidido a se divertir naquela noite entre na quadra. O Samba alucinou, aprendi o refrão rapidinho, o suing da bateria me contagiou. Passei pela quadra toda do outro lado vi aquelas fantasias magníficas que tinham uma magia sem palavras. Solicitei-me para desfilar pela escola. Peguei minha fantasia no mesmo dia e no outro fui desfilar. Naquela noite descobri que tudo de ‘alegria’ no mundo devem ser descobertos, se quer ser divertir vai descobrir o que te diverte, pois tudo que você gosta desperta em você uma magia, ilusão, mágica, emoção.Neste carnaval a Acadêmicos vem homenageando e alertando todos do circo e do carnaval que são os maiores ‘festas’ que divertem mais o mundo.Ande, venha se divertir com a minha, a sua, a nossa escola!
Seja Feliz!
SESV Mocidade do Samba

Nome da Escola: Sociedade Escola de Samba Virtual Mocidade do Samba
Fundação: 25/02/2010
Cidade-Sede: Rio de Janeiro
Cores: Verde, Ouro e Branco
Fundação: 25/02/2010
Cidade-Sede: Rio de Janeiro
Cores: Verde, Ouro e Branco
Símbolos: Estrela e Falcão
Presidente e Intérprete: Matheus Bernardo
Carnavalesco: Lukas Lopez
Enredo: Hummm... Tem cheiro de perfume no ar
A Mocidade do Samba vem com a essência dos deuses, perfumar neste carnaval, encher a passarela respirando emoção e alegria. Nós vamos viajar nessa história desde um tempo lá atrás até hoje. Dançar nos bailes de lindas mulheres perfumadas, saber como e onde o brasileiro usa o perfume, contando tudo isso na avenida.
Sinopse
A arte de perfumar nasceu no Egito Antigo. Nessa época o perfume considerado o néctar dos deuses, e com ele, a alma dos mortos podia ser tocada. Os sacerdotes aos poucos foram transformando seus templos em laboratórios de “Perfumes artesanais”, tornando o objeto que era exclusivo aos deuses num acessório apreciado pelos ricos mortais. Os primeiros a experimentar dessa invenção foram os faraós e os principais membros da corte. Logo o uso do perfume se difundiu; deixando o Egito com um aroma fresco e gostoso.
A partir daí o perfume se tornou objeto fundamental. Tanto que foi motivo da primeira greve da história da humanidade protagonizada pelos soldados do faraó Seti I, que parou de fornecer perfumes. Anos depois, o faraó Ramsés II teve de enfrentar uma revolta de peões em Tebas, que estavam revoltados com a escassez do próprio.
Um químico árabe escreveu no nono século um livro sobre a perfumaria chamado “Livro da Química de Perfumes e Destilados”. Nele vinha escrito centenas de receitas de óleos de fragrâncias, águas aromáticas e substitutos, etc. O livro também descrevia cento e sete receitas para a perfumaria, sendo assim mais um salto para a arte de perfumar.
Dois médicos e químicos persas introduziram o processo de extração de óleos de flores através da destilação, onde suas primeiras cobaias foram as rosas. Até eles descobrirem o processo, os perfumes líquidos eram feitos da mistura de óleo com ervas ou pétalas de flores compactadas que resultavam numa mistura pesada. Já á água de rosas era mais delicada, e logo tornou-se popular.
Mas foi na França, a partir do século XIV, onde se cultivavam flores, que ocorreu o grande desenvolvimento da perfumaria, permanecendo desde então como o centro europeu de pesquisas e comércio de perfumes.
Os cheiros têm certo poder inimaginável por muitas das pessoas. Por exemplo, quando estamos muito tensos e nervosos, um aroma de lavanda é capaz de nos fazer relaxar e nos caminhar até o sono. Quando estamos de mau humor, deprimidos, o aroma de bergamota pode ajudar na recuperação. Aromas de limão, eucalipto e alecrim nos concentram.
O perfume continua sendo fundamental para vários casos atualmente. Quem não se cuida com aquele aroma gostoso num encontro com a pessoa que ama? Não são só os comprometidos, os solteiros também, naquele dia solitário, onde a pessoa anda á procura do par perfeito, o perfume não pode faltar. Numa festa de casamento, de 15 anos, numa reunião importante no trabalho, ele também é fundamental. Quem não deseja chegar perfumado e bem-arrumado num evento importante?
Não são só as pessoas que se perfumam, tecnologias atuais nos permitem perfumar lugares, como simplesmente a nossa casa. Você já deve ter ouvido falar do desodorante de lavanda que é usado para colocar no vaso sanitário na intenção de eliminar os maus odores.
Você ainda tem alguma dúvida que o perfume faz a diferença?
Tem cheiro de perfume no ar!
Sinopse
A arte de perfumar nasceu no Egito Antigo. Nessa época o perfume considerado o néctar dos deuses, e com ele, a alma dos mortos podia ser tocada. Os sacerdotes aos poucos foram transformando seus templos em laboratórios de “Perfumes artesanais”, tornando o objeto que era exclusivo aos deuses num acessório apreciado pelos ricos mortais. Os primeiros a experimentar dessa invenção foram os faraós e os principais membros da corte. Logo o uso do perfume se difundiu; deixando o Egito com um aroma fresco e gostoso.
A partir daí o perfume se tornou objeto fundamental. Tanto que foi motivo da primeira greve da história da humanidade protagonizada pelos soldados do faraó Seti I, que parou de fornecer perfumes. Anos depois, o faraó Ramsés II teve de enfrentar uma revolta de peões em Tebas, que estavam revoltados com a escassez do próprio.
Um químico árabe escreveu no nono século um livro sobre a perfumaria chamado “Livro da Química de Perfumes e Destilados”. Nele vinha escrito centenas de receitas de óleos de fragrâncias, águas aromáticas e substitutos, etc. O livro também descrevia cento e sete receitas para a perfumaria, sendo assim mais um salto para a arte de perfumar.
Dois médicos e químicos persas introduziram o processo de extração de óleos de flores através da destilação, onde suas primeiras cobaias foram as rosas. Até eles descobrirem o processo, os perfumes líquidos eram feitos da mistura de óleo com ervas ou pétalas de flores compactadas que resultavam numa mistura pesada. Já á água de rosas era mais delicada, e logo tornou-se popular.
Mas foi na França, a partir do século XIV, onde se cultivavam flores, que ocorreu o grande desenvolvimento da perfumaria, permanecendo desde então como o centro europeu de pesquisas e comércio de perfumes.
Os cheiros têm certo poder inimaginável por muitas das pessoas. Por exemplo, quando estamos muito tensos e nervosos, um aroma de lavanda é capaz de nos fazer relaxar e nos caminhar até o sono. Quando estamos de mau humor, deprimidos, o aroma de bergamota pode ajudar na recuperação. Aromas de limão, eucalipto e alecrim nos concentram.
O perfume continua sendo fundamental para vários casos atualmente. Quem não se cuida com aquele aroma gostoso num encontro com a pessoa que ama? Não são só os comprometidos, os solteiros também, naquele dia solitário, onde a pessoa anda á procura do par perfeito, o perfume não pode faltar. Numa festa de casamento, de 15 anos, numa reunião importante no trabalho, ele também é fundamental. Quem não deseja chegar perfumado e bem-arrumado num evento importante?
Não são só as pessoas que se perfumam, tecnologias atuais nos permitem perfumar lugares, como simplesmente a nossa casa. Você já deve ter ouvido falar do desodorante de lavanda que é usado para colocar no vaso sanitário na intenção de eliminar os maus odores.
Você ainda tem alguma dúvida que o perfume faz a diferença?
Tem cheiro de perfume no ar!
Escolas Inscritas - Parcial 26/02/2010
Reta Final, pessoal. No dia 27 acabam oficialmente as inscrições para o carnaval virtual de 2010 do CAESV. Segue a Lista de Inscritos. As escolas em negrito ainda estão subjugadas as correções na sinopse, como descrito em nota oficial aqui mesmo neste blog. A Bohemios Samba Club entregou a esta diretoria as retificações necessarias e já está inscrita oficialmente. Império da Fênix prometeu correções, enquanto a Floripa do Samba ainda não se pronunciou sobre o assunto.
Acadêmicos do Entra Apulso
Acadêmicos do Falcão Amazonense
Águia do Estácio
Barra Funda Estação Primeira
Bohemios Samba Club
Capricho Negro
CESV Imperador
Dragões Lendários
Escola Virtual da Amazônia
Estrela Guia
Estrela Imperial de Imbariê
Fiel Tradição
Flor de Lótus
Floripa do Samba
Guerreiros do Leão
Império Alvinegro
Império da Águia
Império da Fênix
Lagoa Azul
Mocidade Imperiana
Mocidade Leopoldense
Morada do Sol
Paraíso da Folia
Pomba Dourada
Princesa de Minas
Rosa Negra
Sabugo!
Tigres de Niterói
Tom de Itaquera
Tradição de Tanguá
Unidos da Vila Madalena
Unidos do Imperador de Niterói
Acadêmicos do Entra Apulso
Acadêmicos do Falcão Amazonense
Águia do Estácio
Barra Funda Estação Primeira
Bohemios Samba Club
Capricho Negro
CESV Imperador
Dragões Lendários
Escola Virtual da Amazônia
Estrela Guia
Estrela Imperial de Imbariê
Fiel Tradição
Flor de Lótus
Floripa do Samba
Guerreiros do Leão
Império Alvinegro
Império da Águia
Império da Fênix
Lagoa Azul
Mocidade Imperiana
Mocidade Leopoldense
Morada do Sol
Paraíso da Folia
Pomba Dourada
Princesa de Minas
Rosa Negra
Sabugo!
Tigres de Niterói
Tom de Itaquera
Tradição de Tanguá
Unidos da Vila Madalena
Unidos do Imperador de Niterói
GRESV Morada do Sol
Nome da Escola: Grêmio Recreativo Escola de Samba Virtual Morada do Sol
Fundação: 10/01/2010
Cidade-Sede: Patos/PB
Cores: Laranja e Branco
Fundação: 10/01/2010
Cidade-Sede: Patos/PB
Cores: Laranja e Branco
Símbolos: Sol
Presidente, Intérprete e Carnavalesco: José Sátiro da Nóbrega
Enredo: Nordeste e as Festas Juninas
O enredo vem mostrar as Festas Juninas no Nordeste como principal foco as cidades de Campina Grande e Caruaru que são conhecidas como o Maior São João do Mundo tendo 30 dias de muitos festejos.
Nas Festas Juninas têm as comidas típicas, as danças das tradicionais quadrilhas juninas, os fogos de artifícios que iluminam o céu com uma tradicional fogueira de São João.
Os grandes anfitriões desta festa e Santo Antônio conhecido como o santo casamenteiro, São João que e homenageado com as belas fogueiras e São Pedro o guardião das portas do céu que da o encerramento das comemorações juninas.
Nas Festas Juninas têm as comidas típicas, as danças das tradicionais quadrilhas juninas, os fogos de artifícios que iluminam o céu com uma tradicional fogueira de São João.
Os grandes anfitriões desta festa e Santo Antônio conhecido como o santo casamenteiro, São João que e homenageado com as belas fogueiras e São Pedro o guardião das portas do céu que da o encerramento das comemorações juninas.
A Morada do Sol no carnaval de 2010 vai fazer um grande arraiá no seu desfile que vai ficar gravada na memória de todos.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
G.R.E.S.V Princesa de Minas
Nome da Escola: G.R.E.S.V Princesa de Minas
Fundação: 11/01/2010
Cidade-Sede: Juiz de Fora, MG
Cores: Azul Celeste, Amarelo e Branco.
Fundação: 11/01/2010
Cidade-Sede: Juiz de Fora, MG
Cores: Azul Celeste, Amarelo e Branco.
Símbolos: Coroa
Presidente: Marcos Lodi (Markão Melodia)
Diretora de Carnaval: Samara Miranda
Interprete: Rodrigo Vianna
Enredo: Somos Mineiros de fé!
Introdução:
Neste carnaval o G.R.E.S.V Princesa de Minas vem apresentar um dos maiores legados e características do povo mineiro: A fé!
A religiosidade mineira é tradicional no cenário histórico cultural do país, pelas Igrejas em estilo barroco e festas onde a devoção do povo emociona quem assiste.
Vamos desvendar através deste desfile às origens da religiosidade mineira que originou a fé de um povo hospitaleiro, guerreiro e vencedor.
Venha conhecer nossas origens. Sinta a nossa sede de vitória. “Por que somos mineiros de fé”!
SETOR I
Da colonização á miscigenação.
As imagens religiosas aportaram no Brasil com os portugueses, ainda hoje um dos povos de forte tradição católica na Europa. Com a colonização, os portugueses introduziram o uso de imagens sacras.
Em Minas Gerais a religiosidade mineira foi moldada por esses contornos populares no alvorecer da capitania, com a chegada dos primeiros bandeirantes. “Junto com os mineradores, chegam os escravos negros, a mão-de-obra imprescindível a qualquer empreitada aurífera. Assim formam-se os primeiros núcleos humanos, compostos de um amálgama de pessoas brancas e negras, vivendo em arraiais encravados nos vales, entre as montanhas mineiras.”
Os primeiros jesuítas a pisar no espaço que viria a constituir as Minas do Ouro aqui estiveram ainda no século XVI, e as expedições com a finalidade de catequese e aldeamento de gentios se mantiveram no decorrer do século XVII. Os Jesuítas que por aqui passaram contribuíram para a formação de uma cultura política que culminou em quatro delitos de Inconfidências que tiveram como palco às minas durante o período pombalino.
Em 1711 surgiram as primeiras vilas, como Sabará, Ouro Preto, Vila do Carmo e São João Del Rei, seguidas, logo depois, de outras. No centro de cada uma delas erguem-se a Câmara e a cadeia, o pelourinho e a igreja matriz, símbolos dos poderes secular e religioso naquelas bandas. “À margem destes, levantam-se as primeiras igrejinhas particulares, construídas pelos negros, escravos, geralmente dedicadas à Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. Muitas dessas capelas surgem ainda no final do século 17 e no início do século 18 já eram em número considerável, espalhadas por vários pontos do território. Onde havia escravos minerando, lá podia ser encontrado um orago dedicado ao rosário de Nossa Senhora.”
Uma maneira encontrada pelos negros desde a época da mineração para comemorar sua padroeira e protetora foi incorporar-se a uma irmandade que, no entanto, servia disfarçadamente para realçar a estratificação social existente. Desse modo, brancos, negros e mulatos se reuniam em torno de irmandades separadas, que se rivalizavam entre si.
SETOR II
“ De Vila Rica para toda Minas”
O espírito de diversão e prazer estava constantemente presente na Minas Gerais do século XVIII. As irmandades contribuíram como a principal promotora, sobretudo, com as suntuosas procissões que preenchiam as estreitas ruas da localidade. Em 1733 ocorreu a mais expressiva solenidade pública da América Portuguesa – o tríduo (espaço de três dias) – que configurou na transladação do Santíssimo Sacramento da igreja de Nossa Senhora do Rosário para inauguração da nova matriz de Nossa Senhora do Pilar, em Vila Rica. Este tipo de evento costumava promover atenção tanto na esfera sacra como também no âmbito profano, algo corriqueiro numa sociedade praticante da religiosidade. Escritores apontam que este espírito lúdico acabou contribuindo para os interesses políticos.
Por outro lado, a liberdade oferecida por parte dos portugueses, em se criar novas irmandades, eximiam-se da obrigatoriedade (visto que detinha a qualidade de grão – mestres da Ordem de Cristo) na criação e manutenção das igrejas. Desta forma, a Coroa expandia sua capacidade de vigiar à sociedade colonial.
A Igreja se firmou como o centro da vida religiosa e cultural daquela época. A total integração se dava nos festejos oficiais realizados durante o ano. As músicas surgiam do povo para celebrar os santos e padroeiros dos devotos. Cada qual com sua irmandade, cuidava de seus templos.
Desde então, com o passar do tempo as festas religiosas se tornaram culturalmente parte integrante da história da fé do povo mineiro, passando de geração á geração.
SETOR III
“Os grandes artistas e suas obras incríveis”
Eruditas ou populares, em barro cozido ou madeira, mas sempre policromadas em virtude do maior realismo exigido pela sua destinação devocional, as imagens refletem aspectos originais de nossa cultura. Se o comprometimento básico do escultor era com a adequação iconográfica, fundamental para que o santo pudesse ser reconhecido pelo seu aspecto e atributos específicos, a transposição do tema para o barro ou a madeira dependia de sua capacidade técnica e visão do mundo, determinadas pela cultura e pelo viver em sociedade que condicionam as características específicas do gosto regional ou local.
Em Minas Gerais podemos citar artistas importantes, alguns mais conhecidos outros não, embora a contribuição de cada um tenha sido de grande valia na história.
Francisco Xavier de Brito (morto em 1751), cuja biografia é praticamente desconhecida, foi quem fez as imagens do retábulo do altar-mor de Pilar de Ouro Preto. José Coelho de Noronha (ativo entre 1747 e 1765), era um entalhador de prestígio e fama na época em que viveu e é responsável por diversas obras, entre elas o retábulo da Catedral de Mariana, e outras.
Antonio Francisco Lisboa, conhecido como “Aleijadinho”, foi arquiteto e escultor do Período Colonial, sendo considerado o artista mais importante do estilo Barroco no Brasil. Deixou mostras de seu talento em Ouro Preto, Sabará, Caeté, Catas Altas, Santa Rita Durão, São João Del Rei, Tiradentes e Nova Lima, cidades de Minas Gerais, onde desenhou e esculpiu para dezenas de igrejas. Em Mariana, assinou o chafariz da Samaritana e, a Congonhas do Campo, legou suas obras-primas: as estátuas em pedra-sabão dos 12 profetas (1800-1805) e as 66 figuras em cedro (1796) que compõem a Via-Sacra.
Como resultado de toda esta contribuição artística hoje temos o privilégio de observar um patrimônio histórico cultural contido nas igrejas da Minas Gerais, sobretudo em Ouro Preto, (antiga Vila Rica). O Barroco e o Rococó ditam as características artísticas (arquitetura, música, escultura) da região. Estas maravilhas que não cansamos de testemunhar foram mantidas e custeadas pelas irmandades coloniais mineiras.
SETOR IV
“ Somos mineiros de fé”
Das grandes construções e patrimônios histórico-culturais, Minas Gerais abriga o que tem de mais valioso: O seu povo. Este constrói a cada dia uma história de lutas e conquistas que influenciaram e influenciam até hoje em questões importantes de âmbito nacional.
O povo humilde e batalhador se une neste momento. Não somente para mostrar sua cultura, mas também para mostrar ao mundo o valor de sua fé, crendo que Princesa de Minas não somente mostrará um pouco de sua gente, mas também a força de seu chão que levará a escola a triunfar na passarela. “Por que somos mineiros de fé”!
Marcos Lodi e Samara Miranda
Autores do enredo
Neste carnaval o G.R.E.S.V Princesa de Minas vem apresentar um dos maiores legados e características do povo mineiro: A fé!
A religiosidade mineira é tradicional no cenário histórico cultural do país, pelas Igrejas em estilo barroco e festas onde a devoção do povo emociona quem assiste.
Vamos desvendar através deste desfile às origens da religiosidade mineira que originou a fé de um povo hospitaleiro, guerreiro e vencedor.
Venha conhecer nossas origens. Sinta a nossa sede de vitória. “Por que somos mineiros de fé”!
SETOR I
Da colonização á miscigenação.
As imagens religiosas aportaram no Brasil com os portugueses, ainda hoje um dos povos de forte tradição católica na Europa. Com a colonização, os portugueses introduziram o uso de imagens sacras.
Em Minas Gerais a religiosidade mineira foi moldada por esses contornos populares no alvorecer da capitania, com a chegada dos primeiros bandeirantes. “Junto com os mineradores, chegam os escravos negros, a mão-de-obra imprescindível a qualquer empreitada aurífera. Assim formam-se os primeiros núcleos humanos, compostos de um amálgama de pessoas brancas e negras, vivendo em arraiais encravados nos vales, entre as montanhas mineiras.”
Os primeiros jesuítas a pisar no espaço que viria a constituir as Minas do Ouro aqui estiveram ainda no século XVI, e as expedições com a finalidade de catequese e aldeamento de gentios se mantiveram no decorrer do século XVII. Os Jesuítas que por aqui passaram contribuíram para a formação de uma cultura política que culminou em quatro delitos de Inconfidências que tiveram como palco às minas durante o período pombalino.
Em 1711 surgiram as primeiras vilas, como Sabará, Ouro Preto, Vila do Carmo e São João Del Rei, seguidas, logo depois, de outras. No centro de cada uma delas erguem-se a Câmara e a cadeia, o pelourinho e a igreja matriz, símbolos dos poderes secular e religioso naquelas bandas. “À margem destes, levantam-se as primeiras igrejinhas particulares, construídas pelos negros, escravos, geralmente dedicadas à Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. Muitas dessas capelas surgem ainda no final do século 17 e no início do século 18 já eram em número considerável, espalhadas por vários pontos do território. Onde havia escravos minerando, lá podia ser encontrado um orago dedicado ao rosário de Nossa Senhora.”
Uma maneira encontrada pelos negros desde a época da mineração para comemorar sua padroeira e protetora foi incorporar-se a uma irmandade que, no entanto, servia disfarçadamente para realçar a estratificação social existente. Desse modo, brancos, negros e mulatos se reuniam em torno de irmandades separadas, que se rivalizavam entre si.
SETOR II
“ De Vila Rica para toda Minas”
O espírito de diversão e prazer estava constantemente presente na Minas Gerais do século XVIII. As irmandades contribuíram como a principal promotora, sobretudo, com as suntuosas procissões que preenchiam as estreitas ruas da localidade. Em 1733 ocorreu a mais expressiva solenidade pública da América Portuguesa – o tríduo (espaço de três dias) – que configurou na transladação do Santíssimo Sacramento da igreja de Nossa Senhora do Rosário para inauguração da nova matriz de Nossa Senhora do Pilar, em Vila Rica. Este tipo de evento costumava promover atenção tanto na esfera sacra como também no âmbito profano, algo corriqueiro numa sociedade praticante da religiosidade. Escritores apontam que este espírito lúdico acabou contribuindo para os interesses políticos.
Por outro lado, a liberdade oferecida por parte dos portugueses, em se criar novas irmandades, eximiam-se da obrigatoriedade (visto que detinha a qualidade de grão – mestres da Ordem de Cristo) na criação e manutenção das igrejas. Desta forma, a Coroa expandia sua capacidade de vigiar à sociedade colonial.
A Igreja se firmou como o centro da vida religiosa e cultural daquela época. A total integração se dava nos festejos oficiais realizados durante o ano. As músicas surgiam do povo para celebrar os santos e padroeiros dos devotos. Cada qual com sua irmandade, cuidava de seus templos.
Desde então, com o passar do tempo as festas religiosas se tornaram culturalmente parte integrante da história da fé do povo mineiro, passando de geração á geração.
SETOR III
“Os grandes artistas e suas obras incríveis”
Eruditas ou populares, em barro cozido ou madeira, mas sempre policromadas em virtude do maior realismo exigido pela sua destinação devocional, as imagens refletem aspectos originais de nossa cultura. Se o comprometimento básico do escultor era com a adequação iconográfica, fundamental para que o santo pudesse ser reconhecido pelo seu aspecto e atributos específicos, a transposição do tema para o barro ou a madeira dependia de sua capacidade técnica e visão do mundo, determinadas pela cultura e pelo viver em sociedade que condicionam as características específicas do gosto regional ou local.
Em Minas Gerais podemos citar artistas importantes, alguns mais conhecidos outros não, embora a contribuição de cada um tenha sido de grande valia na história.
Francisco Xavier de Brito (morto em 1751), cuja biografia é praticamente desconhecida, foi quem fez as imagens do retábulo do altar-mor de Pilar de Ouro Preto. José Coelho de Noronha (ativo entre 1747 e 1765), era um entalhador de prestígio e fama na época em que viveu e é responsável por diversas obras, entre elas o retábulo da Catedral de Mariana, e outras.
Antonio Francisco Lisboa, conhecido como “Aleijadinho”, foi arquiteto e escultor do Período Colonial, sendo considerado o artista mais importante do estilo Barroco no Brasil. Deixou mostras de seu talento em Ouro Preto, Sabará, Caeté, Catas Altas, Santa Rita Durão, São João Del Rei, Tiradentes e Nova Lima, cidades de Minas Gerais, onde desenhou e esculpiu para dezenas de igrejas. Em Mariana, assinou o chafariz da Samaritana e, a Congonhas do Campo, legou suas obras-primas: as estátuas em pedra-sabão dos 12 profetas (1800-1805) e as 66 figuras em cedro (1796) que compõem a Via-Sacra.
Como resultado de toda esta contribuição artística hoje temos o privilégio de observar um patrimônio histórico cultural contido nas igrejas da Minas Gerais, sobretudo em Ouro Preto, (antiga Vila Rica). O Barroco e o Rococó ditam as características artísticas (arquitetura, música, escultura) da região. Estas maravilhas que não cansamos de testemunhar foram mantidas e custeadas pelas irmandades coloniais mineiras.
SETOR IV
“ Somos mineiros de fé”
Das grandes construções e patrimônios histórico-culturais, Minas Gerais abriga o que tem de mais valioso: O seu povo. Este constrói a cada dia uma história de lutas e conquistas que influenciaram e influenciam até hoje em questões importantes de âmbito nacional.
O povo humilde e batalhador se une neste momento. Não somente para mostrar sua cultura, mas também para mostrar ao mundo o valor de sua fé, crendo que Princesa de Minas não somente mostrará um pouco de sua gente, mas também a força de seu chão que levará a escola a triunfar na passarela. “Por que somos mineiros de fé”!
Marcos Lodi e Samara Miranda
Autores do enredo
Fontes:
http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=765
http://www.usp.br/jorusp/arquivo/2005/jusp735/pag1011.htm
http://www.ichs.ufop.br/conifes/anais/CMS/ccms14.htm
http://periodicos.pucminas.br/index.php/horizonte/article/viewArticle/400
http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=765
http://www.usp.br/jorusp/arquivo/2005/jusp735/pag1011.htm
http://www.ichs.ufop.br/conifes/anais/CMS/ccms14.htm
http://periodicos.pucminas.br/index.php/horizonte/article/viewArticle/400
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